Cardápio novo

Hoje visitamos a pediatra das crianças novamente, para aquela consulta de rotina mensal. Eis os pesos e medidas dos fofos:

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Bom, já contei que deixei de amamentar… Agora iniciaremos de verdade com a rotina de alimentação. Eles comerão várias coisas novas. Tentaremos seguir essa rotina, que estou copiando da época da Mônica porque já deu certo (com exceção que ela mamou no peito até 10 meses):

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Depois desses 10 dias, começaremos a dar sopa de janta também e depois de 20 dias, passaremos a triturar e dar pra eles essa carninha que será colocada na sopa pra dar gostinho. Por causa da vacina da gripe que começará em breve, também daremos gema de novo cozida para eles provarem, pra ver se terão alergia. Se der alergia não podemos dar a vacina.

Mais uma fotinho tirada pela titia Marina:

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Matheus, Marcelo e Murilo. Marcelo chorando, ele está sempre rindo nas fotos!

Em breve volto para contar mais novidades sobre a alimentação e nova rotina deles. Espero que dê tudo certo.

6 meses e uma mistura de sentimentos

Há 6 meses eu estava nervosa com o parto, mas muito aliviada em deixar a gravidez trigemelar pra trás e, finalmente, ser mãe de trigêmeos. A gestação não havia sido fácil, tampouco seria a tarefa que me esperava, mas lá estava eu, no hospital, dando à luz três lindas e perfeitas criaturinhas.

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Não vou dizer pra vocês que esses 6 meses passaram rápido, nem vou dizer que passaram devagar. Ao mesmo tempo que parece que eles recém saíram da minha barriga, parece que eles sempre existiram.. Não vou dizer que dá trabalho, mas também não direi que não dá. Tudo tem recompensa. Cada chorada deles e cada dia que levei baile serviram para fortalecer nosso vínculo. Não vejo a hora de eles crescerem mais, ao mesmo tempo que quero que eles fiquem assim pequeninhos para sempre.

Já não estou mais amamentando. Fiquei um pouco triste porque o leite foi sumindo aos poucos, mas também não me esforcei muito para que ele não cessasse. Como eles já iam fazer seis meses, aceitei parar de amamentar numa boa. Ao mesmo tempo que fiquei aliviada de parar de amamentar, me chateei de não mais oferecer esse remedinho pros meninos. Mas fiz meu papel, por seis meses. Eles nunca mamaram exclusivamente no peito, sempre mamaram NAN junto. Na próxima segunda-feira temos consulta com a pediatra e saberemos as variações do cardápio.

Na segunda atualizarei com os pesos e medidas dos seis meses. Até lá!

 

Visitas

Passamos essa última semana com a companhia da tia Lúcia (tia-avó dos meus filhos) e da vó Elvira (ou vó bisa como diz a Mônica). Pena que amanhã elas já vão embora.

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Aquela história de febre do Marcelinho não deu em nada. Ele não teve mais febre e ficou numa boa. Não virou gripe nem nada. Veio e foi embora! Que bom!

ImagemMatheus, Marcelo e Murilo no sofá.

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ImagemMatheus, Marcelo, Murilo e Mônica

ImagemMurilo

ImagemMatheus, Murilo e Marcelo

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ImagemMatheus e Murilo de mãos dadas.

ImagemMatheus, Marcelo, Murilo e Mônica.

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ImagemMamãe Michele com Matheus (à esquerda), Murilo (no meio) e Marcelo (à direita).

Em breve mais novidades nossas!

Até mais!

 

Primeira febre

Ontem Marcelinho brincou de filho único com a mamãe. Fomos na pediatra consultar às 16h porque ele havia passado a noite meio gripadinho e teve febre às 3 da manhã. Não foi febrão, mas foi a primeira febrezinha do anjinho. Não deixei subir, quando estava 37,4ºC no termômetro digital já dei Tylenol bebê. Porém, para dar uma conferida, peguei o termômetro normal e estava 37,8ºC, então, vi que mediquei na hora certa.

Por enquanto ele não apresentou nenhum sintoma extra, apenas tatuzinho no nariz, espirrinhos fofinhos e tosse de vez em quando. A médica acha que pode evoluir para alguma coisa, como roséola infantil, mas temos que esperar para ver se a febre vem de novo. Que bom que ela não voltou.

Foi tão queridinho sair com ele ontem. As pessoas olhavam e diziam “ai, que amor”, “que fofinho”, “bem calminho, né?”. Ninguém ficava me enchendo de perguntas sobre trigêmeos. Por outro lado, eu ficava louca pra contar que, além daquela fofura, tinha mais dois iguais em casa. Tenho que rir de mim mesma. Quando tive a oportunidade de curtir só um, fiquei com o coração apertado de não estar dando a mesma atenção pros outros!

Bem, todos os bebês estão com um pouquinho de tosse e espirro. Estamos alerta pra ver se a tal gripe vem. Essa noite foi bem melhor que a anterior, Marcelo não teve febre e todos dormiram o noite inteirinha. Sendo assim, esperamos que seja nada e que nada venha incomodar os anjinhos.

Ah, o Matheus está muito interessado em seu dedão polegar da mão esquerda. Está com o vício de chupar o dedo. Vamos tentar não deixar ele pegar esse costume.

Até mais!

Nosso amigo, o bico

Por que será que as noites de sábado são sempre as mais difíceis? Hehehehe. Essa noite os maninhos Murilo e Marcelo quiseram mamar às 4 horas da manhã. Sorte nossa que sempre voltam a dormir rápido. Esse tal de biquinho é muito maravilhoso. Meu melhor amigo, como diria a Mônica quando gosta muito de alguém ou alguma coisa.

Quando a Mônica era recém-nascida e até os 3 ou 4 meses dela, a gente não queria dar bico. Tá, depois que ela tinha cólicas a gente até concordou em dar, mas ela nunca quis (e a gente nunca insistiu muito). Eis que ela começou a chupar os dedinhos. Os dois do meio, dedos médio e indicador. Aí se acalmava sozinha e não tinha perigo do bico cair. Pois bem, agora está com 2 anos e meio e quem tira a mania do dedinho? E ainda começou com a mania de roer as unhas.

Então com os meninos insistimos com o tal bico. Todos pegaram, depois de bastante insistência. E nossa babá da noite nos ajudou a educá-los para que dormissem sozinhos em seus berços, com os bicos. Eles não chupam bico toda hora, só pra dormir. Então acho que entendem quando a gente dá o bico que é pra dormir. Hehehehe. Sendo assim, apesar da noite não ter sido de sono longo e ininterrupto, foi bem fácil pegarem no sono. Viva o bico! (Me julguem se quiserem, dou bico).

No mais estamos bem. Está muito divertido conviver com esses quatro anjos. Olhem o vídeo que meu marido fez do Matheus dando gargalhada da Mônica: http://www.youtube.com/watch?v=RrumzZm_wd8

E fotos nossas da semana:

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Selfie com trigêmeos. Matheus (de cinza), Murilo (body branco e calça cinza) e Marcelo (body branco, calça verde e carinha de susto). Fora eu e a Mônica.

Os bebês agora estão tomando 150ml de 3 em 3 horas. E continuam no peito duas vezes por dia cada um. Provavelmente desmamarei em breve porque noto que está diminuindo. Mas como eles têm quase 6 meses, sinto que já fiz bem o meu papel. Darei o peito enquanto eles quiserem e eu tiver. Mas não tenho intenção de passar dos 10 meses deles, que foi quando também desmamei a Moniquinha. Acredito que isso aconteceu no momento certo, pois tenho visto algumas mamães conhecidas com dificuldade em convencer as crianças a pararem de querer o peito.

Até mais!

Eu escolho amamentar!

Já falei aqui neste blog sobre tipos de parto (http://ostrigemeosdamichele.wordpress.com/?s=parto+normal) e não tenho intenção nenhuma de defender uma situação ou outra e muito menos julgar a opção das mulheres com relação a isso.

Mas quando se trata de amamentação, sou uma defensora árdua! Na minha opinião, e quero deixar claro que estou falando de opinião, a amamentação no peito é a melhor coisa para um bebê! E que ela seja exclusiva até os seis meses!

Hoje li sobre opinião das mulheres sobre amamentação nos Estados Unidos. Lá, para lembrar, as mulheres dão muita importância ao parto normal, fazendo cesárea somente em casos extremamente necessários. Porém, depois que o bebê nasce, aí acham que amamentar no peito é uma questão de escolha. Nesses comentários que li, que eram todos informais e de opinião das mulheres americanas, muitas defendiam que a fórmula (ou leite em pó tipo NAN) tem mais nutrientes e é mais eficaz na alimentação dos bebês recém-nascidos e pequenos até seis meses do que o leite materno. Muitas defendiam essa ideia e criticavam o fato de amamentar, dizendo que era overrated (superestimado) e pouco importante na hora de criar laços com o filho.

Claro que existem mulheres que não tem leite, que o leite não desce, e isso causa frustração para muitas delas. Mas, considerando que seu leite veio e está ali pronto para alimentar seu filho, você se negaria a dá-lo ao bebê porque dizem que a fórmula é melhor? Ou porque dói?

No Brasil, a amamentação não é vista como opção. Quando tive minha filha, como ela não era prematura, já na sala de recuperação, me “atiraram” minha filha no colo e colocaram ela no meu peito. Ninguém me perguntou se eu queria amamentar. Primeiro veio o colostro, bem grosso e amarelo, depois de 4 dias veio o leite mesmo. Ela mamou exclusivamente até os seis meses e depois alternando com frutas e sopinha até os 10 meses, quando começou a mamar mamadeira de Nestogeno. Não foi difícil desmamar.

Já os trigêmeos ganharam Pre-NAN desde o nascimento. Estavam na UTI mas ainda assim eu ia lá e tirava eles da incubadora para tentar amamentar. Pedi pras enfermeiras porque achava que o único jeito de fazer o leite descer era estimular com os bebês. Dei o colostro para eles e o leite veio 3 dias depois. Quando viemos pra casa, amamentei exclusivamente o quanto foi possível. Sempre tive muito leite, mas desta vez eu também tinha muitos bebês. Sendo assim, se tornou impossível amamentar exclusivamente. No início eu dava fórmula numa média de 30% das mamadas. Hoje está em cerca de 80% de NAN e o resto de peito. Ainda amamento e pretendo continuar até pelo menos os 8 meses deles. Não defendo a amamentação depois de um ano de vida, mas nos primeiros 6 meses é o melhor alimento que uma criança pode ter. E que bom que aqui no Brasil (independentemente dos motivos) essa ato é defendido fervorosamente.

Você com certeza já ouviu falar de algum bebê cuja mãe não teve leite e rejeitou vários tipos de fórmula. Depois de muitas tentativas os pais e o pediatra encontraram uma marca que a criança aceitou. Meu próprio filho Matheus, por exemplo, só aceita NAN Pró. Tentei o NAN Comfor quando ele ficou trancadinho do intestino e Aptamil. Os outros tomaram qualquer um. Matheus só NAN Pró. Quantas vezes você já ouviu falar de um bebê recém-nascido que não aceitou leite do peito? A gente ouve casos de bebês pequenos que não conseguem pegar o peito ou que reclamam mamando e daí a mãe descobre que não tem leite. A fórmula, na minha opinião, deve ser dada somente quando não há leite materno ou a quantidade não satisfaz.

Mamães, sem estresses! Não se torturem se o leite não vem. Mas, tentem amamentar seus filhos. Se dói, existem muitas marcas de bico de silicone para comprar na farmácia por menos de 20 reais. Você coloca no seio e o bebê mama seu leite através daquele bico. Se o bebê é prematuro e não consegue pegar o seio, essa é uma excelente opção.

Mamães de múltiplos, tentem como puderem! Dêem o seu leite, mesmo que seja uma vez por dia. Não se martirizem se ele não vier, mas se vier, não desistam! É a melhor coisa para seus bebês, principalmente quando são prematuros.

Apenas evitem álcool e outras drogas durante o período de amamentação.

Até mais!